
Pagar as contas em dia é a meta de qualquer empresa para garantir uma boa saúde financeira. Cumprir esse compromisso significa ter bom relacionamento com fornecedores, uma equipe trabalhando com tranquilidade e até mesmo melhores chances de conseguir crédito quando for necessário. Por isso, confira neste artigo cinco dicas para manter a empresa com as contas em dia.
Para ter as contas em dia, a empresa precisa inicialmente ter alguns conceitos bem estabelecidos. Entre os principais estão:
Faturamento: é todo dinheiro recebido em um determinado período de tempo por uma empresa. Em termos de empresas, o faturamento mensal é todo valor recebido com vendas de serviços ou produtos dentro daquele mês.
Lucro: enquanto o faturamento equivale a todos os recebimentos da empresa, o lucro é obtido depois que se subtraem as despesas desse total faturado. Só esse valor final é que a empresa pode entender como lucro e, a partir daí, pensar em reinvestir na própria marca ou, por exemplo, distribuir uma parte entre funcionários e acionistas, dependendo do modelo de negócio.
Custo fixo: o custo fixo é aquela despesa que se mantém mensalmente, independente de período do ano ou outras variáveis. Entre eles, estão: contas de água, luz, aluguel, condomínio, entre outras.
Custo variável: além do custo fixo, existem despesas que podem variar de acordo com o momento vivido pela empresa. Esses gastos podem incluir itens como: materiais de limpeza do ambiente de trabalho, comissões para vendedores, matéria-prima comprada em determinado mês, taxas e tributos (o IPCA, por exemplo, é cobrado anualmente), entre outros.
A etapa seguinte é a de criar um cronograma de pagamentos. Isso pode ser feito com uma agenda e papel e caneta, ou através de aplicativos, por exemplo. O importante é registrar o que entra e anotar, principalmente, o que deverá ser pago e em qual data. Assim, o empreendedor diminuirá drasticamente a possibilidade de esquecer de pagar algum boleto ou fornecedor.
Sempre que for possível, formalizar a empresa é o melhor caminho para quem quer seguir crescendo no setor onde atua. Para isso, existem diferentes categorias, que variam principalmente pelo tamanho da empresa (incluindo número de funcionários) e o valor faturado ao longo do ano.
Hoje em dia existe, inclusive, uma maneira de formalizar quem trabalha de maneira mais independente e em menor escala. O MEI é a sigla para Microempreendedor Individual e abrange 11,5 milhões de microempreendedores com registros ativos no Brasil atualmente, segundo o Sebrae.
No caso do MEI, a formalização permite o pagamento de imposto de forma simplificada, que garante acesso a direitos previdenciários, como aposentadoria por idade, por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte para família.
Com todas as informações levantadas nos tópicos anteriores, já é possível fazer um orçamento empresarial. Conheça alguns tipos de orçamentos empresariais possíveis:
Orçamento histórico
No orçamento histórico é preciso utilizar as informações financeiras que a empresa reuniu do ano anterior para construir o planejamento orçamentário do próximo período. Com os dados de gastos e ganhos, a ideia é que se crie metas de corte de gastos ou crescimento de receita da empresa, por exemplo.
Orçamento matricial
Também conhecido como Gerenciamento Matricial de Despesas (GMD), esse outro modelo é amplamente por ter uma elaboração simples e análise objetiva e abrangente. Ele se divide em duas categorias principais: Pacotes e Entidades.
Para implementar este plano, três etapas diferentes e a vantagem deste modelo é facilitar a gestão financeira rigorosa e estruturada.
Orçamento de atividade
Por fim, o orçamento de atividade é baseado no custo efetivo de um produto ou serviço. Neste modelo, o planejamento é estruturado com base nos custos associados a cada atividade realizada.
Com o modelo, o objetivo é aumentar a competitividade da empresa. Isso porque a gestão baseada em atividades permite prever os recursos necessários para cada demanda. Além disso, se necessário, ajustes podem ser feitos na demanda, nos recursos ou nos processos.
O orçamento empresarial pode ser uma boa fonte de dados para que o empreendedor analise o andamento de sua marca. Fazer esse tipo de autoanálise é importante para identificar oportunidades de ganhar mais dinheiro ou a necessidade de cortar alguns gastos.
A análise pode colaborar, inclusive, a garantir o pagamento das contas da empresa em dia. Sabendo quais são aqueles boletos que estão comprometendo o orçamento, e que podem ser cortados, é possível reestabelecer a saúde financeira.
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